Sei que não sou perfeita, posso brincar em horas erradas (eterna Síndrome de Peter Pan), posso ser impulsiva, cheia de manias, cabeça-dura, braba e etc. O “etc” fica por conta de crises de TPM assustadoras, draminhas librianísticos, esquisitices amorosas, chatice de querer tudo explicadinho e neurose do tipo I (preciso-falar-tudo-que-eu-penso-agora) e do tipo II (preciso-conversar-sobre-o-que-me-incomoda-nesse-momento). Tudo bem, eu concordo com tudo isso. Meus defeitos são péssimos. E eu queria ter o corpo da Cicarelli. Mas eu sou exatamente assim: imperfeita (e sem corpo de Cicarelli, sorry). Mas estou apaixonada por você.
— Clarissa Corrêa.
As pessoas não têm paciência para relacionamentos. Se está ruim elas simplesmente trocam. Não tentam, não se empenham, não lutam para dar certo. Não acho que a gente tem que aceitar tudo que o outro nos dá. Não acho que temos que cruzar os braços para o que está errado. Mas o amor exige uma dose de sacrifício. O amor não é descartável. O amor não pode ser jogado fora. Não dá pra fazer uma lipo no amor. A gente tem é que lutar por ele. Diariamente.
— Clarissa Corrêa.
Porque, na verdade, o que eu levo aqui dentro é maior que tudo. É maior porque é do bem e vem fresquinho. Eu vivo mesmo é de claridades e não vai ser qualquer gentinha à toa que vai enfraquecer minha fé na vida e minha vontade de sorrir pro mundo.
— Caio Fernando Abreu.

Se ela fosse um rap, seu cheiro seria o beat. Pra ver ela outra vez, eu deixaria no repeat. Saberia de cor cada linha, cantaria e declararia pra todos que aquela música é minha. O primeiro acorde seria o seu olhar, a introdução seria o seu sorriso, seu corpo, o improviso com a letra mais treta de rimar. E seu beijo, seria o refrão mais fácil de lembrar.
— Projota.
A vida era difícil mas juntos tudo estava bem, algumas brigas, claro, mas isso é tão normal quando se quer alguém… Como eu quis você.
— Hateen.
Só me fala que vai me aturar. Aturar todas as minhas crises de ciúmes, meus momentos - não tão raros - sem paciência, as minhas desconfianças e meus surtos de insegurança. Aturar meus dramas, minhas teimosias, minha arrogância, minhas piadas sem graça e o meu não-romantismo. Aturar todos os meus tipos de provocação, meu amor por outras pessoas, minhas mudanças inconstantes de humor e de temperamento. Aturar minha mente confusa, minha memória irritante, minha sinceridade exagerada. Aturar quando eu falar que te amo mais e também quando eu não falar que te amo. Aturar e segurar tudo não por mim, nem por você… Mas por nós.
— Tati Bernardi.
Eu preciso de você aqui, pra nunca mais te querer em outro lugar.
— Beeshop.
Que passe o tempo. Que ele escreva as linhas e deixe para mim somente a prazeirosa função de pontuar frases. Muitas exclamações, algumas interrogações e apenas um ponto final, que eu deixei reservado para ti. Faze o que quiseres com ele. É teu.
— Beeshop.
Cada centímetro dele me pertencia, assim como cada centímetro meu, pertencia a ele.
Cá entre nós, eu poderia acordar ao teu lado, né? Com uma camiseta tua, feita de pijama. Com a maquiagem toda borrada e com você do meu lado. Eu toda descabelada, e você com aquele sorriso lindo, logo que eu acordasse. Nós tomando café juntos, depois passeando por aí, sem rumo, de mãos dadas. Seria bem melhor, se depois de tudo isso, ainda tivéssemos tempo para ver um filme, bem agarradinhos. Aquela tua voz meia roca, no meu ouvido. Teu sorriso no meu, teus braços em volta de mim, me aquecendo e me protegendo e você me fazendo feliz. Cá entre nós, tem coisa melhor que isso? Só o simples fato, de eu estar com você, já iria me fazer feliz. Eu e você. Nós!